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Sep
8
Camila

Someone has to die;

Meu livro começou a se tecer há dois anos, creio eu. A história surgiu aos poucos, mas os personagens sempre foram muito mais fortes do que a minha vontade de que eles se calassem. Existe um filme que me fez confiar neles e me empenhar em fazer breves resumos sobre os capítulos e a dar vida – e depois tirá-la – às criaturas que gritavam em minha cabeça, o filme se chama As Horas. Por isso decidi usar... 
Sep
7
Jade Arbo

Escreva o que você conhece?

“Escreva o que você conhece” – esse é sempre um conselho que me frustra. Escreva sobre o chão que você pisa, o céu que você olha, as pessoas com quem você fala e as ruas nas quais você anda. Escreva o que lhe é presente no dia-a-dia. Escreva o que você vive no aqui e no agora. Não, muito obrigada! Afinal, para mim, a escrita sempre foi uma forma de circunavegar a realidade e fazer... 
Sep
7
Jess

[Desafio II] Um convite a vossos mundos

Lá eu estava, tranquilamente desfrutando de meu ócio criativo (que é constante), quando Jade me fez um convite super indecente: criar um novo desafio para o WB. Assim como o primeiro, proposto por nossos estimados companheiros senhor Blue e senhorita Harbaud, o segundo desafio nos convida a compartilhar um pouco mais de nossos mundos, mas não apenas o imaginário. De qual forma? É bem simples e, espero... 
Aug
25
Jade Arbo

A Estrada da Reitoria

Compartilho com vocês o trecho inicial do que eu espero que siga sendo meu primeiro capítulo.  Continue lendo →
Aug
9
Willian

E se acaso não pudesse mais escrever?

A mesma pergunta. A mesma pergunta que o grande Rilke fez ao seu “pequeno” poeta… A mesma pergunta eu transfiro a mim, no silêncio de outra noite. Mas, oras… eu bem sei a resposta! Morreria. Entretanto,  não seria da morte física, tão simples encantamento que é esta fria dama, mas sim da verdadeira morte, a morte da alma. Sei que se não escrevesse a minha alma secaria, seria ser... 
Jul
31
Isabella M.

[Desafio I] Meio conto.

Desceu em passos furtivos a longa escadaria. Os olhos cansados pelo sono interrompido, embora atentos, ainda projetavam manchas disformes em meio à penumbra. Os dedos longos deslizaram sobre a estrutura de marfim gélida, apenas seguindo o hábito de quando criança. Depois de um abrir e fechar de portas, tendo o cuidado do manuseio para que não ruidassem, chegara à cozinha. A claridade obtusa que se seguiu... 

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